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Novas Estratégias e Apresentação do Plano de Enfrentamento às DSTs

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Lançamento do Programa – Eu Amo Viajar 2011

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Sejamos Gays. Juntos.

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Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, foi encontrada morta na pequena cidade de Itarumã, Goiás, no último dia 6. O fazendeiro Cláudio Roberto de Assis, 36 anos, e seus dois filhos, um de 17 e outro de 13 anos, estão detidos e são acusados do assassinato. Segundo o delegado, o crime é de homofobia. Adriele era namorada da filha do fazendeiro que nunca admitiu o relacionamento das duas. E ainda que essa suspeita não se prove verdade, é preciso dizer algo.

Eu conhecia Adriele Camacho de Almeida. E você conhecia também. Porque Adriele somos nós. Assim, com sua morte, morremos um pouco. A menina que aos 16 anos foi, segundo testemunhas, ameaçada de morte e assassinada por namorar uma outra menina, é aquela carta de amor que você teve vergonha de entregar, é o sorriso discreto que veio depois daquele olhar cruzado, é o telefonema que não queríamos desligar. É cada vez mais difícil acreditar, mas tudo indica que Adriele foi vítima de um crime de ódio porque, vulnerável como todos nós, estava amando.

Sem conseguir entender mais nada depois de uma semana de “Bolsonaros”, me perguntei o que era possível ser feito. O que, se Adriele e tantos outros já morreram? Sim, porque estamos falando de um país que acaba de registrar um aumento de mais de 30% em assassinatos de homossexuais, entre gays, lésbicas e travestis.

E me ocorreu que, nessa ideia de que também morremos um pouco quando os nossos se vão, todos, eu, você, pais, filhos e amigos podemos e devemos ser gays. Porque a afirmação de ser gay já deixou de ser uma questão de orientação sexual.

Ser gay é uma questão de posicionamento e atitude diante desse mundo tão miseravelmente cheio de raiva.

Ser gay é ter o seu direito negado. É ser interrompido. Quantos de nós não nos reconhecemos assim?

Quero então compartilhar essa ideia com todos.

Sejamos gays.

Independente de idade, sexo, cor, religião e, sobretudo, independente de orientação sexual, é hora de passar a seguinte mensagem pra fora da janela: #EUSOUGAY

Para que sejamos vistos e ouvidos é simples:

1) Basta que cada um de vocês, sozinhos ou acompanhados da família, namorado, namorada, marido, mulher, amigo, amiga, presidente, presidenta, tirem uma foto com um cartaz, folha, post-it, o que for mais conveniente, com a seguinte mensagem estampada: #EUSOUGAY

2) Enviar essa foto para o mail projetoeusougay@gmail.com

3) E só

Todas essas imagens serão usadas em uma vídeo-montagem será divulgada pelo You Tube e, se tudo der certo, por festivais, fóruns, palestras, mesas-redondas e no monitor de várias pessoas que tomam a todos nós que amamos por seres invisíveis.

A edição desse vídeo será feita pelo Daniel Ribeiro, diretor de curtas que, além de lindos de morrer, são super premiados: Café com Leite e Eu Não Quero Voltar Sozinho.

Quanto à minha pessoa, me chamo Carol Almeida, sou jornalista e espero por um mundo melhor, sempre.

As fotos podem ser enviadas até o dia 1º de maio.

Como diria uma canção de ninar da banda Belle & Sebastian: ”Faça algo bonito enquanto você pode. Não adormeça.” Não vamos adormecer. Vamos acordar. Acordar Adriele.

Fonte: http://projetoeusougay.wordpress.com/

 

 

OAB requer medidas contra Bolsonaro por homofobia e discriminação

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Brasília, 11/04/2011 – O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) encaminhou hoje (11) ofício ao procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, requerendo a apuração dos fatos e a aplicação de medidas contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) por declarações de conteúdo discriminatório e homofóbico, que incitam o ódio e o preconceito. No entendimento da OAB, o parlamentar teria violado princípios previstos na Constituição Federal e incorrido em prática capitulada como crime no artigo 20 da Lei número 7.716/89 – que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor.
No ofício, Ophir Cavalcante se refere especificamente às declarações feitas por Bolsonaro quando defendeu, no programa CQC, da TV Bandeirantes, “porrada” pedagógica contra os homossexuais e afirmou que a relação conjugal entre um homem branco e uma mulher afrobrasileira constituiria “promiscuidade”. “É nesse contexto que este Conselho Federal requer a apuração dos fatos e aplicação das medidas que V. Exa. entender cabíveis, porquanto as declarações do Exmo. Sr. Deputado Federal atentam, em tese, contra os artigos 1º, incisos II e III, 3º, incisos I e IV, e 4º, incisos II, VI e VIII, da Carta Magna”, afirmou o presidente da OAB no documento.

Veja a íntegra do ofício enviado pelo presidente nacional da OAB à PGR.

http://www.oab.org.br/arquivos/pdf/Geral/DocumentoPGR.pdf

Fonte: OAB

Dra. Heloísa Alves Gama representa o GADVS no bate papo sobre diversidade

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Na próxima 5a. feira (14/04/2011), a nossa querida Dra. Heloísa Alves Gama membro do GADVS, participará de um bate papo na Fundação Gol de Letra( do jogador Rai) sobre diversidade.

Vereador do PSDB Bruno Prata protocolo Projeto de Lei Dia Municipal de Combate a Homofobia Piracicaba – SP

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Grupo E-Jovem Piracicaba apresenta proposta do Projeto de Lei Dia Municipal de Combate a Homofobia para vereador do PDSB Bruno Prata.

Nesta quinta feira dia 07 de abril de 2010, Vereador Bruno Prata protocolo o Projeto de Lei Dia Municipal de Combate a Homofobia na Câmara dos Vereadores de Piracicaba- SP.

 

 

CÂMARA DE VEREADORES DE PIRACICABA

Estado de São Paulo

PROJETO DE LEI Nº 083/11

 

 

Institui, o Dia Municipal de Combate a Homofobia neste Município.

Art. 1o Fica instituído o dia 17 de maio como “DIA MUNICIPAL DE COMBATE À HOMOFOBIA”, neste Município.

Art. 2º O Executivo Municipal em conjunto com entidades que atuam na defesa dos direitos da população de Lésbicas, Gays, Travestis, Transexuais e Bissexuais, ficará responsável pela realização de atividades que tenham como propósito o combate à homofobia.

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

 

Sala das Reuniões, 07 de Abril de 2011.

 

(a) Bruno Prata

Chega de sexo!

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Por: @barbaragancia


Nesta semana, Marcelo Tas nos apresentou sua filha Luísa. Obrigada, meu amigo, valeu! Dá-lhe, Santos!


NÃO É PRECISO ser nenhum Contardo Calligaris, nenhuma Rosely Sayão, diria que não é preciso nem mesmo saber se Sigmund Freud vivia entre os aborígenes australianos ou em Viena e Londres do século 19 para ter certeza de que o atirador que encerrou prematuramente a vida de 12 brasileirinhos tinha um problema de ordem sexual.

Fico pensando no quanto alguém tem de estar perturbado para se imaginar nu e sem sopro, jogado sobre a pedra fria do IML depois de cometer um crime bárbaro seguido de suicídio, cuja única preocupação ao se ver nessa posição seja a de que irá ter o corpo manipulado por mãos ímpias, ou melhor dizendo, por quem já perdeu a virgindade.

Tudo bem, os especialistas falam em esquizofrenia, em surto e coisa e tal. Mas eu fico pensando. O pedido que ele deixou na carta-testamento encontrada pela polícia foi esse, não? Que quando seu corpo estivesse sendo preparado para ser sepultado, não deveria ser tocado por nenhum “impuro”, “fornicador” ou “adúltero”. Será que ele imaginava estar livrando as crianças que matou do pecado?

Foi sugerido que o atirador pudesse ser portador do vírus da Aids. Ué? Ele tinha histórico de compartilhamento de seringas por uso de drogas? Ou se imaginava como tal em mais uma de tantas facetas de uma identidade fragmentada? Agora é fácil perguntar, mas como é que ninguém ao seu redor percebeu tamanho sofrimento?

E faz sentido que, quando parece estar manifestando sua espiritualidade, ele só consiga papagaiar uma caricatura de talibã que nada tem a ver com o islâmismo. O sujeito definitivamente tentava de tudo para dominar seus instintos mais rudimentares.

Em uma sociedade evoluída, a questão da preferência sexual -são quantas, 15 ou, sei lá, 56 opções no cardápio? Sendo que ao menos 55 parecem mais ou menos iguais- não deveria ser valorizada, discutida ou sequer admitida a sua existência. Sexualidade é uma só, posto que todos temos um cérebro, um coração, uma libido e uma língua. Por isso chamamos de “sexo” e não de “atletismo” ou quiçá de “boliche”, justamente porque versa sobre o íntimo e metade ou mais da graça reside em seu mistério.

Alô, seu Bolsonarossauro! Até quando o Vaticano vai usar a sexualidade da gente como instrumento político é o que a gente deveria estar se perguntando, não se a Preta Gil faz suruba.

Nesta semana, a polícia encontrou o corpo de uma garota de 16 anos, em Itarumã, Goiás. Suspeita-se que tenha sido morta a facadas, depois de ter sido emboscada por parentes de sua namorada que não aceitavam o relacionamento.

Em outro caso, no sábado passado, Michael, jogador do Vôlei Futuro, se viu forçado a assumir sua homossexualidade publicamente ao ser humilhado em estádio de Contagem, MG. “Foi a primeira vez que vi um estádio inteiro gritando “bicha” em alto e bom som”, diz. “Tinha até criança, senhora, muita gente gritando”. Pois eu digo que ninguém mais merece sofrer por causa da sexualidade. Ninguém.

Para combater a boçalidade, Marcelo Tas nos apresentou sua filha Luísa no “CQC” desta semana, uma luminosa estudante de direito, bolsista da American University em Washington e estagiária da OEA: youtube.com/watch?v=WLhxyOMriXU.

Fui às lágrimas quando vi e agradeço profundamente pelo gesto.

www.barbaragancia.com.br

Próximas reuniões do GADVS mês de Abril

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Novas datas das reuniões do mês de abril já foram definidas.

 

Se você tem interesse em conhecer nossos trabalhos, compareça na data, horário e local indicado.

 

Junte-se a nós!

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