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A lei homofóbica de Uganda caiu – Nós ganhamos!!

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A lei homofóbica de Uganda caiu! Parecia que seria aprovada na semana passada, mas depois da petição com 1,6 milhão de assinaturas entregue ao parlamento, das dezenas de milhares de chamadas telefônicas para nossos governos, das centenas de reportagens na mídia sobre nossa campanha e de uma manifestação global massiva, os políticos ugandenses desistiram da lei!

Estava prestes a ser aprovada — extremistas religiosos tentaram aprovar a lei na quarta-feira, e então concordaram com uma sessão de emergência sem precedentes na sexta-feira. Mas a cada vez, no espaço de algumas horas, nós reagimos. Um enorme parabéns a todo mundo que assinou, ligou, encaminhou e doou para essa campanha — com sua ajuda, milhares de pessoas inocentes na comunidade gay de Uganda não acordam nessa manhã enfrentando a execução apenas por causa de quem escolheram amar.

Frank Mugisha, um corajoso líder da comunidade gay em Uganda, enviou-nos essa mensagem:

“Corajosos ativistas LGBT ugandenses e milhões de pessoas ao redor do mundo ficaram juntos e enfrentaram essa horrenda lei homofóbica. O apoio da comunidade global Avaaz pesou na balança para evitar que essa lei fosse adiante. A solidariedade global fez uma enorme diferença.”

O Alto Representante da Secretaria de Negócios Estrangeiros da União Europeia também escreveu para a Avaaz:

“Muito obrigado. Como vocês sabem, em grande parte graças ao lobby intensivo e esforço combinado de vocês, de outros representantes da sociedade civil, da União Europeia e outros governos, mais nossa delegação e embaixadas no local, a lei não foi apresentada ao parlamento esta manhã.”

Essa luta não acabou. Os extremistas por trás dessa lei podem tentar novamente dentro de apenas 18 meses. Mas essa é a segunda vez que ajudamos a derrubar essa lei, e nós vamos continuar até que os propagadores do ódio desistam.

Transformar as causas mais profundas da ignorância e do ódio por trás da homofobia é uma batalha histórica e de longo prazo, uma das grandes causas da nossa geração. Mas Uganda tornou-se uma linha de frente nessa batalha, e um símbolo poderoso. A vitória lá ecoa através de muitos outros lugares em que a esperança é extremamente necessária, mostrando que bondade, amor, tolerância e respeito podem derrotar ódio e ignorância. Novamente, um enorme obrigado a todos que tornaram isso possível.

Com enorme gratidão e admiração por essa incrível comunidade,

Ricken, Emma, Iain, Alice, Giulia, Saloni e toda a equipe Avaaz.

Destaques na mídia:

Uganda adia votação de lei que prevê a pena de morte para homossexuais:
http://br.noticias.yahoo.com/uganda-adia-vota%C3%A7%C3%A3o-lei-prev%C3%AA-pena-morte-aos-215904319.html

em Inglês:
Lei homofóbica engavetada:
http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-13392723

A resposta da Avaaz ao resultado no The Guardian:
http://www.guardian.co.uk/world/2011/may/13/uganda-anti-gay-bill-shelved

Presidente ugandense não apoiou a lei por causa da “crítica dos grupos de direitos humanos”:
http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?f=/n/a/2011/05/13/international/i042638D37.DTL

Lei homofóbica adiada em meio a nossa manifestação:
http://www.news24.com/Africa/News/Uganda-shelves-anti-gay-bill-20110513

Lei “matem os gays”de Uganda derrotada:
http://af.reuters.com/article/topNews/idAFJOE74C0HP20110513

 

Fonte – http://avaaz.org/

RJ – campanha ‘Rio sem Homofobia’

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O Governo do Estado lançou, na manhã desta segunda-feira, a campanha do programa ‘Rio sem Homofobia’, que busca combater a discriminação e a violência contra a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Durante a cerimônia, o governador Sergio Cabral autorizou os policiais e bombeiros homossexuais a participarem da próxima Parada Gay uniformizados e usando as viaturas. Cabral também assinou um documento com 125 metas para combater a homofobia até 2014, além de exibir as peças publicitárias que integram a campanha. Participaram da cerimônia o vice-governador Luiz Fernando Pezão, o secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, o coordenador do programa, Cláudio Nascimento, e a senadora Marta Suplicy, entre outras autoridades.

Segundo o coordenador do programa, a luta, agora, é para o Congresso Nacional aprovar a lei que criminaliza a homofobia:

“Um passo importantíssimo que nós demos foi a aprovação, no STF, da legalização da união civil de pessoas do mesmo sexo. Uma vitória que foi conseguida por meio de uma ação do governo do estado. Isso dá orgulho ao Rio de Janeiro, que sempre foi vanguarda na história das transformações sociais do país. A próxima etapa é fazer com que o Congresso saia da letargia, da sua covardia em relação a esse debate, e assuma de forma objetiva e sincera um setor da sociedade que está excluído dos direitos plenos de cidadania. É preciso ter uma legislação que torne crime a prática da homofobia”, disse, através de nota.
O lançamento da campanha acontece um dia depois de um homossexual ser encontrado morto, por espancamento, em um terreno baldio em Barra Mansa, no Sul Fluminense. Nas mãos de Jonatas Lopes Ferreira, de 23 anos, a polícia encontrou fios de cabelos. No local, os PMs apreenderam um preservativo, ainda na embalagem, que estava próximo ao corpo.
Visita íntima para casais homossexuais já foi regulamentada No dia 29 de abril, o governador já havia anunciado a regulamentação da visita íntima para casais homossexuais em presídios fluminenses. A ação já fazia parte do conjunto de iniciativas do programa ‘Rio sem Homofobia’. Ainda esse mês, uma cartilha será lançada com informações para policiais e agentes penitenciários, além de seminários e encontros de capacitação, para orientar a recepção e abordagem dos detentos e de companheiros. A ideia é garantir que a aplicação da resolução seja eficaz.
Antes das visitas, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais deverão entrar em contato com o Disque Cidadania LGBT (0800 0234567), para marcar uma entrevista no Centro de Referência LGBT. A partir deste encontro com assistentes sociais, psicólogos e advogados será emitido um ofício a ser enviado para a direção do presídio, para que a visita possa ser realizada.

Fonte: O Globo

União Homoafetiva: STF – Manifestação de Toni Reis em agradecimento.

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Carta aberta ao Supremo Tribunal Federal  de Toni Reis*

 

No dia 5 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal votou unanimemente a favor do reconhecimento da união estável homoafetiva no Brasil. Foi dez a zero literalmente. A decisão inédita me motivou a escrever esta carta de agradecimento e reflexão.  Os dias 4 e 5 de maio de 2011 ficarão gravados em nossas mentes e corações como sendo os dias em que nossas vidas mudaram para sempre e para melhor.

 

Além disso, é um momento de festejar e também de agradecer. Obrigado ao STF por nos ter considerado pessoas – cidadãos e cidadãs – portadores de dignidade que devem ser tratados em pé de igualdade. Nos últimos tempos alguns parlamentares e alguns religiosos homofóbicos tentaram abalar nossa autoestima, humilhando-nos com suas falas obscurantistas, arrogantes e autoritárias a nosso respeito, igual aos que achavam que a terra era quadrada e nos queimaram na fogueira. Não é mera retórica dizer que o STF lavou nossa alma.  E lavou com as próprias lágrimas, cheias de emoção. Acima de tudo, o STF nos tirou do vagão de segunda classe e nos colocou no vagão de primeira classe.  Ou dito de melhor forma, disse com todas as letras que, no Brasil, não existem vagões de segunda, terceira ou quarta classe. Somos todas e todos iguais!

 

Não estamos sós na pugna pela igualdade, dignidade e cidadania. O STF agiu de fato como guardião da lei maior, a Constituição Federal. E o melhor de tudo é que Brasil inteiro ganha com a decisão do STF. Ninguém perdeu. O Brasil ficou maior, mais belo, mais colorido, mais humano e mais feliz. O líder indiano Gandhi, se estivesse vivo, nos lembraria que uma sociedade deve ser julgada pelo tratamento que dá às minorias. O STF protagonizou um dos momentos mais emocionantes da história deste país. Pronunciou em alto e bom som um reconhecimento do Estado Laico e do Estado de Direito, de forma firme e vigorosa, assumindo papel de vanguarda, mostrando que, se por um lado ainda vale o ditado “dura lex, sed lex”, por outro a Justiça é maior do que a lei. Sendo mais justo, o Brasil torna-se também melhor, mais atual e mais humanista. E com ele também o mundo.

 

E o que parece ter sido apenas um passo para o Judiciário constitui-se num grande passo para a comunidade LGBT. A decisão do STF abre caminho para que, aos 60 mil casais homoafetivos recenseados pelo IBGE, se somem milhões de outros casais que ainda vivem sob o medo da chacota, da discriminação e da exclusão social.

 

Faz-nos recordar o processo que conduziu à libertação dos escravos. A decisão proferida em 5 de maio de 2011 representa, de certa forma, a Lei dos Sexagenários e a Lei do Ventre Livre. Mas importa agora prosseguirmos na luta para chegarmos à Lei Áurea.

 

Sabemos que a equiparação de direitos entre casais homoafetivos e heteroafetivos não vai, sozinha, aumentar ou diminuir a felicidade, mas ela nos dá segurança que precisamos nos momentos de infortúnio.  

 

Felicidade é algo que todo ser humano almeja, e segundo Aristóteles é a finalidade da vida. A decisão do STF contribuiu para que ela esteja mais ao alcance de uma enorme parcela da população antes excluída, através da busca por afeto e pelo amor.  Como disse o poeta Fernando Pessoa, “Importante é amor, o sexo um acidente; pode ser igual, pode ser diferente!”

 

O amor venceu. Para os religiosos que se posicionaram contrários, eu – como cristão – quero deixar uma mensagem muito transparente, baseada na filosofia cristã, relembrando que nós ganhamos, e vocês também não perderam.  O Brasil inteiro ganhou:

 

“Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e dos anjos, se eu não tivesse o amor, seria como sino ruidoso ou como címbalo estridente” (1 Coríntios, 13.1). Nossas relações têm amor e devem ser respeitadas.

 

“De fato, os mandamentos … se resumem nesta sentença ‘Ame o seu próximo como a si mesmo.’ O amor não pratica o mal contra o próximo, pois o amor é o pleno cumprimento da Lei” (Romanos, 9-10).

   

“Se cumprirem a lei mais importante da Escritura: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’, vocês estarão agindo bem. Mas, se vocês fazem diferença entre as pessoas, estão cometendo pecado” (Tiago 2, 8-9).

 

“Não julguem, e vocês não serão julgados. De fato, vocês serão julgados com o mesmo julgamento que vocês julgarem, e serão medidos com a mesma medida com que vocês medirem. Por que você fica olhando o cisco no olho de seu irmão, e não presta atenção à trave que está no seu próprio olho?”  (Mateus 7, 1-3). Todos somos diferentes uns dos outros, a diversidade humana deve ser respeitada.

 

Setores minoritários vão criticar a atuação do STF. Porém, o tribunal nada mais fez que exercer seu trabalho esplêndido, o de interpretar, proteger e fazer aplicar a Constituição.

 

 A formalidade e a sisudez são marcas do Supremo Tribunal Federal, portanto não entendam isso como falta de respeito, mas nos próximos encontros faço questão de dar um forte abraço e um afetuoso beijo no rosto de cada ministro e de cada ministra. Tocaram fundo em nossos corações, trazendo uma alegria inigualável com seus votos e manifestações. A seu modo, cada um colocou uma peça que compôs ao final uma bela imagem!

 

Havíamos conversado com alguns membros da Corte Suprema (fotos anexas). Sabíamos que havia propensão para a vitória, mas não imaginávamos que seria por unanimidade, uma verdadeira goleada. Nossa placar era 7 a 3, ou 6 a 4. Mas 10 a zero foi maravilhoso. 10 a zero para a dignidade, a igualdade e a solidariedade. Zero para o preconceito! “Liberté, égalité, fraternité!” Foi a queda da Bastilha em nosso país, sem que ninguém tenha ido para a forca. Os únicos perdedores foram o preconceito, o estigma e a discriminação.

 

O Governo Federal tem colaborado conosco há tempo, tal como o Judiciário. Mas agora será a vez do Congresso Nacional. Lá temos alguns aliados e algumas aliadas assumidos, muitos outros “no armário” e ainda um pequeno porém intransigente grupo homofóbico. É preciso que os que estão em cima do muro também venham para a arena do iluminismo e empunhem a defesa dos princípios da nossa Constituição. O STF agiu como uma lamparina e uma lanterna para o Congresso Nacional, mostrou o caminho e forneceu fartos argumentos, todos de primeira grandeza.

 

Afirmaram, entre muitas outras coisas, que ninguém, absolutamente ninguém pode ser privado de seus direitos nem sofrer quaisquer restrições de ordem jurídica por motivo de sua orientação sexual; que a orientação sexual de cada indivíduo não pode ser utilizada como argumento para se aplicar leis e direitos diferentes aos cidadãos; que é papel do Poder Judiciário suprir lacunas caso o Congresso Nacional, responsável por criar leis, não tenha garantido legalmente direitos civis aos homossexuais;   que a união homoafetiva pode ser identificada como entidade familiar merecedora de receber proteção estatal; que todos e todas, sem exceção, têm direito a uma igual consideração; que uma sociedade decente é uma sociedade que não humilha seus integrantes; que o Brasil está vencendo a guerra desumana contra o preconceito…

 

O STF conseguiu sistematizar os anseios mais profundos do movimento LGBT e, por extensão, de todas as pessoas que querem um mundo onde impere a igualdade e não a exclusão social. A decisão do STF provocou um tsunami maravilhoso da cidadania brasileira, demonstrando que a ausência de lei não significa a ausência de direitos.

 

A vida tem a cor com que a pintamos. O STF reconheceu e afirmou que a vida e a sociedade realmente são um arco-íris, símbolo do movimento LGBT no mundo inteiro. Temos a maior parada LGBT do mundo, e ontem o STF se mostrou entre os tribunais mais avançados do mundo. Temos orgulho de ser brasileiros e brasileiras.

 

Em Brasília a inércia e o conservadorismo do Congresso Nacional deram lugar à agilidade, à temperança e ao bom senso, que rasgaram o papel da hipocrisia. O STF teve coragem e ousadia, sem perder o rigor no seu dever de interpretar a Constituição, enquanto o Congresso permanece inerte, salvo raras exceções.

 

No dia 18 de maio, por ocasião da II Marcha Nacional pela Cidadania LGBT, queremos dar um grande abraço (hetero e homo)afetivo em volta do STF e soprar para fazer os ventos que façam as luzes do STF atravessar a rua e chegar até o Congresso Nacional.

 

Vida longa aos que, como Martin Luther King, sonham e pensam numa sociedade em que não haja discriminação, preconceito e estigma. Vida longa à ABGLT, aos movimentos igualitários e a todos nossos aliados e aliadas.

 

Parabéns ao Superior Tribunal Federal do Brasil, exemplo de convicção e firmeza na defesa da plenitude da cidadania!

 

 

*Toni Reis

 

Professor

Especialista Sexualidade Humana

Mestre em Filosofia

Doutorando em Educação

Presidente da ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (gestão 2010-2012).

Secretário do Conselho Diretor da ASICAL – Associação para Saúde Integral e Cidadania na América Latina e Caribe

Conselheiro do Conselho Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do Governo Federal

 

Fonte e contribuição: Iolanda Mendonça

Dias 11, 18 e 25 de junho, Inscreva-se! Curso – DIREITO E DIVERSIDADE SEXUAL

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Prezados leitores,


Prezados, venho convidar a todos para o nosso curso do GADVS.

Dias 11, 18 e 25 de junho, das 10:00 às 13:00 horas, será realizado o
curso “Direito e Diversidade Sexual”

11 de Junho

Abertura: METAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS

Palestrante
DRA. HELOISA HELENA CIDRIN GAMA ALVES
Advogada; Coordenadora de Políticas Públicas para Diversidade Sexual do Estado de São Paulo; membro do Gadvs.

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ORIENTAÇÃO SEXUAL E IDENTIDADE DE GÊNERO

Palestrante
SRA. LAURA BACELLAR
Escritora e diretora da Editora Malagueta

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UNIÃO ESTÁVEL (Escritura Pública e Processo)

Palestrante
DRA. IOLANDA APARECIDA MENDONÇA
Advogada nas áreas criminal, família e dire ito homoafetivo, membro do GADVS da Frente Paulista contra Homofobia e do IBDFAM

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18 de Junho

FAMÍLIA HOMOPARENTAL

Palestrante
DRA. Maria CRISTINA O. REALI ESPOSITO
Advogada; Coordenadora e Professora do Curso de Direito Homoafetivo da ESA/SP; Professora de Ensino Superior na Universidade Nove de Julho.

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ADOÇÃO POR HOMOSSEXUAIS

Palestrante
DRA. SYLVIA MENDONÇA DO AMARAL
Advogada na área de Direito Civil; Especializada em Direito de Família e sócia efetiva do IBDFAM

 

25 de Junho

Adequação de Sexo e Mudança de Nome

Palestrante
DR. PAULO ROBERTO IOTTI VECCHIATTI
Advogado; mestre em Direito Constitucional pela Instituição Toledo de Ensino; autor do livro “Manual da Homoafaetividade” e membro do GADVS.

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HOM OFOBIA (Aspectos Práticos e Legais)

Palestrantes

DRA. MARGARETTE BARETTO
Delegada e Coordenadora de Crimes de Intolerância.

DR. EDUARDO PIZA G. DE MELLO
Advogado especialista em Direito Público; membro do GADVS; do Instituto Edson Néris e da Comissão Nacional de Direito Homoafetivo do IBDFAM.

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Preço do curso: R$ 70,00; R$ 35,00 (estudantes) e R$ 50,00(sócios do
sindicato)

Local e Inscrições: Sindicato dos Advogados – Rua da Abolição, nº 167 – Bela Vista,

com Jô das 09hs00 às 17hs00, de 2ª a 6ª feira. Contato (11) 3105-2516

Serão conferidos Certificados aos participantes com frequência mínima de 02 sábados.

Realização GADVS e Sindicato dos Advogados

Ato com Velas pelo Dia Internacional de Combate a Homofobia

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Após décadas de luta, as lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) começam finalmente a ser tratados com igualdade.

Na mesma semana em que a Assembleia Legislativa paulista criou o dia estadual de combate à homofobia (17 de maio), o Supremo Tribunal Federal, em decisão unânime e histórica, reconheceu que uniões estáveis de casais homossexuais merecem o mesmo tratamento dado a união estáveis de casais heterossexuais.

Infelizmente, ainda há um longo caminho a percorrer até a igualdade de fato entre as LGBT e os heterossexuais.

Os homossexuais continuam a não poder se casar civilmente. As LGBT continuam a não poder doar sangue. As travestis e transexuais continuam a ser humilhados sendo tratadas/os por seu nome de batismo. O Brasil continua a ser o país mais perigoso do mundo para as LGBT (260 LGBT foram assassinados por homofobia em 2010).

Por tudo isso, é necessário continuar a luta pelo casamento civil igualitário, pelo direito de travestis e transexuais ao registro de seu nome social, pela criminalização da homofobia (PLC 122/2001) e por toda outra forma de discriminação – seja ela homofóbica ou com base no gênero, raça ou qualquer outro traço físico ou cultural.

Convidamos todas e todos que lutam pela igualdade a se juntarem a nós no Largo do Arouche, no dia 15.05, domingo, para levar uma vela até o local em que Edson Néris foi assassinado há onze anos, em lembrança de todos aqueles e aquelas que caíram vítimas da homofobia.

ONDE? Largo do Arouche, Centro
QUANDO? 15.05, domingo, a partir das 18h
COMO? traga velas coloridas!

organização: Frente Paulista contra a Homofobia
http://www.frentecontrahomofobia.com.br/

RJ: condomínio é condenado por tentar impedir festa de casal gay

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O conselho administrativo de um condomínio em Madureira, zona norte do Rio de Janeiro, foi condenado a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais a um casal gay. De acordo com a acusação, o conselho fez várias tentativas para proibir que o casal Marcio Soares e Roberto Freitas fizesse uma festa no salão, restringindo o espaço da comemoração, a decoração escolhida – uma bandeira do arco-íris – e a entrada de uma convidada drag queen. A informação foi divulgada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro nesta segunda-feira.

A juíza Daniela Reetz de Paiva considerou que não havia nada de indecente ou ofensivo na festa que justificasse as ações do condomínio. “As nuanças da conduta do condomínio réu (…) demonstram que as restrições impostas aos autores foram motivadas, principalmente, pelo preconceito e não por eventual inadimplência dos autores e/ou falta de apresentação de lista de convidados”, afirmou.

Quanto à decoração, a juíza afirmou que a bandeira do arco-íris “não possuía nenhuma conotação política na festa dos autores, mas era tão somente uma forma de celebração. A bandeira do arco-íris representava, na festa dos autores, o mesmo que uma cruz e/ou um anjo em uma festa de batizado e primeira comunhão, ou até mesmo o Papai Noel na festa de Natal e/ou a Iemanjá ou a cor branca dos festejos de réveillon”.

Segundo a magistrada, um dos condôminos chamou a polícia para verificar se a conduta do casal era permitida. O agente foi ao local e autorizou a festa. “A presença do policial, chamado por um condômino, ao verificar a licitude da conduta dos autores e liberar o local, foi, no meu entender, fator decisivo para a realização da festa.”

O amor vence por unanimidade

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Assembléia aprova Dia de Luta Contra a Homofobia

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Assembleia aprova Dia de Luta Contra a Homofobia

 

Posted: 06 May 2011 07:28 AM PDT

 

Os deputados paulistas aprovaram nesta quarta-feira, 4/5, em sessão extraordinária, três projetos de lei. A primeira proposta a ser discutida e aprovada foi o Projeto de Lei 495/2007, de autoria de Carlos Giannazi (PSOL), que institui o Dia de Luta Contra a Homofobia no Estado de São Paulo, a ser celebrado no dia 17 de maio. O projeto teve votos contrários dos deputados José Bittencourt (PDT), André Soares (DEM), Sebastião Santos (PRB), Carlos Bezerra (PSDB), Adilson Rossi (PSC), Dilmo dos Santos (PV) e Regina Goncalves (PV). Votada a parte destacada do PL 495, o artigo que propunha a inclusão da data no calendário oficial do Estado, foi rejeitado. Os deputados Carlos Giannazi, autor, João Paulo (PT) e Luiz Cláudio Marcolino (PT), registraram voto favorável ao destaque.

Em seguida, foi aprovado o PL 241/2005, de autoria do deputado Mauro Bragato, que obriga os estabelecimentos prestadores de serviços de saúde a divulgarem o número dos telefones da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, da Secretaria de Estado da Saúde, do Conselho Regional de Medicina – CRM e da Fundação Procon-SP. Para os efeitos desta lei, consideram-se estabelecimentos prestadores de serviços de saúde aqueles destinados à prestação de assistência à saúde, clínicas médicas e odontológicas, serviços de diagnóstico e de comércio de bens de interesse da saúde. Os números de telefone destinam-se a receber sugestões, reclamações e denúncias dos usuários dos serviços de saúde.
A última proposta a ser aprovada foi o Projeto de Lei 2
0/2010, de autoria de Campos Machado (PTB), que dá nova redação ao parágrafo único do artigo 8º da Lei 12.907/2008. A Lei 12.907 consolida a legislação relativa à pessoa deficiente. A nova redação do dispositivo é a seguinte: “Parágrafo único ” O Poder Público, em todas as esferas, proverá para que seja assegurado às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, o acesso adequado aos bens indicados do inciso I deste artigo, especialmente os transportes coletivos, bem como o acesso e deslocamento nas praias do litoral do Estado.”

A íntegra das proposituras pode ser consultada no Portal da Assembleia (www.al.sp.gov.br), no link Projetos. Após a aprovação pelo Plenário os projetos são encaminhados ao Poder Executivo para sanção do governador.

 

Notícia extraída do site do Grupo de Apoio à Diversidade ABC.

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